Ao sair da casa dos meus sogros sem nada, meu sogro me pediu para levar um saco de lixo. Quando abri o portão, um nó se formou na minha garganta e minhas mãos começaram a tremer ao ver o que havia lá dentro…

 

Uma brisa suave passou pela rua.

Algumas folhas secas caíram perto dos meus pés.

Não sei por quê…

Abri o saco.

Congelei.

Não havia lixo dentro.

Nem garrafas vazias.

Nem papéis velhos.

Não havia restos de comida.

Havia…

Um envelope velho, marrom-escuro, gasto pelo tempo.

Estava cuidadosamente embrulhado dentro de um saco plástico impermeável.

Minhas mãos começaram a tremer quando o tirei.

Meu coração batia tão forte que eu podia ouvi-lo nos meus ouvidos.

Abri a sacola.

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