PUBLICIDADE Cinco minutos depois, a detetive designada pela polícia da cidade entrou.
Ela não era a investigadora do campus.
Era uma mulher na casa dos cinquenta chamada Susan Harper.
Ela carregava uma pasta muito fina.
Fina demais.
“Coronel Walker…”
“Apenas Daniel.”
Ela balançou a cabeça levemente.
“Li sua ficha militar antes de vir aqui.”
Não respondi.
“Eu sei quem você era.”
Observei-a atentamente.
Ela não parecia ter sido comprada.
Parecia cansada.
“O que você descobriu?”
Susan abriu a pasta.
“Os três alunos deram exatamente a mesma declaração.”
“O que eles disseram?”
“Que nunca viram a filha.”
Ergui uma sobrancelha.
“Os três usaram as mesmas quarenta e duas palavras.”
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