Ao chegar ao pequeno mercado onde trabalhava, parou por um instante na porta, contemplando seu reflexo no vidro. Por um momento, imaginou como se sentiria ao partir, cruzando aquele limiar e nunca mais olhando para trás. Então, abriu a porta de repente e forçou um sorriso.
Um novo dia começara em Hood River. As mesmas ruas, as mesmas vozes, a mesma nostalgia silenciosa que ela não ousava nomear.
O sino acima da porta do mercado tilintou suavemente enquanto Hannah empilhava uma nova remessa de garrafas de leite. A luz da manhã filtrava-se pelas grandes janelas, projetando retângulos suaves no chão. O ar tinha um leve cheiro de farinha e madeira velha, um aroma reconfortante e familiar. Hannah apreciava essas horas tranquilas antes do…