Outros de nós apoiaram o trabalho deles mesmo nas noites mais sombrias.
Outros de nós encontraram amor, alegria e felicidade naquilo que cocriamos.
Eles estavam conosco em nossas visitas aos hospitais. Nas formaturas e nos momentos de partir o coração. Durante as risadas nas lojas e nas tardes solitárias e gratificantes.
E agora… eles se foram.
O tipo de legado que nunca se apaga.
O que faz de alguém uma lenda?
Não são os prêmios.
Não são os legados.
Não é o tamanho de uma viúva.
É a criação.
Essa lenda tinha um dom imenso.
Eles tinham uma maneira de falar, agir ou até mesmo de se expressar que fazia você se sentir compreendido. Era como se eles atravessassem a tela, o palco ou a página e dissessem: “Eu te entendo”.
E sempre parece possível. Real. Humano.