“16 centímetros”: uma humilhação repetida diariamente pelos prisioneiros franceses de Heinz.

Obrigada por se juntarem a nós no Facebook. Sabemos que gravamos esta história num momento difícil de assimilar. O que vocês estão prestes a ler é, abaixo, o relato completo do que vivenciamos. A verdade por trás de tudo.

Este documento foi escrito no início do século XXI, três anos antes de sua morte. Durante 48 anos, Noémie Clerveau guardou para si o que viveu nos campos de prisioneiros de guerra sob a ocupação alemã. O silêncio era a sua forma de sobrevivência. Uma fala, a sua última forma de resistência. Sem buscar perdão, sem pedir justiça, ela escolheu falar porque o tempo estava se esgotando.

Estas são as palavras que ela carregou consigo por toda a vida. Ouça até o final e nunca deixe que seja esquecido. [música] Se você pesquisar em nossos arquivos oficiais, encontrará histórias sobre o fim, sobre tifo, sobre execuções sumárias não petitmat. Verá números, dados e mapas estratégicos. Mas os arquivos permanecem em silêncio sobre o que realmente aconteceu quando as luzes se apagaram no Quartel 4.

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