“Não estamos sozinhos, Din”, sussurrei em seu ouvido, afastando-me um pouco para olhá-lo diretamente nos olhos. “Sua irmã nos deixou as ferramentas para conseguirmos justiça. Não vamos à polícia local. Amanhã viajaremos para a capital do estado, direto para o gabinete do procurador-geral. Entregaremos isso a eles.”
Din olhou para o diário de capa dura e, pela primeira vez em muito tempo, um lampejo de determinação substituiu o medo em seus olhos. Ele assentiu lentamente, pegando o diário nas mãos com uma reverência quase sagrada. A busca por Emily não era mais uma busca desesperada e às cegas; agora tínhamos um nome, um motivo e um caminho a seguir. O pesadelo que nos mantivera na escuridão estava prestes a terminar, e Leo não fazia ideia do que o aguardava.