Ela leu a primeira linha.
Seu rosto ficou completamente vermelho.
Suas mãos começaram a tremer.
A carta escorregou de seus dedos.
Ela exclamou: “Não! Não, mãe… isso é cruel. Como você pôde fazer ISSO comigo?”
Ninguém respirou.
Eu intervi. “Leia.”
Linda pegou a carta. “É confidencial.”
Minha mãe não se mexeu. “Diz para abrir na frente de todos.”
Tio Ray se inclinou para a frente. “Em voz alta, Linda.”
Os olhos de Linda se voltaram para mim e depois para a página, como se ela pudesse queimá-la com o olhar.
“Eu não queria que Kate fosse culpada por dizer a verdade.”