Ele parecia visivelmente satisfeito ao sentar-se à mesa. Comemos e bebemos. Ele se gabou do seu trabalho, da sua nova “equipe” e das suas notáveis conquistas. Assenti com a cabeça e fiz perguntas, como uma esposa interessada.
“Cale”, disse baixinho, largando o garfo. “Lembra quando você me chamou de espantalho?”
O sorriso dele se desfez. “Ah, por favor. Você não vai continuar falando disso, vai?”
“Não”, interrompi, levantando-me lentamente. “Não estou brava. Na verdade, eu queria te agradecer. Você tinha toda a razão.”
“O quê?”
Fui até a gaveta, peguei um envelope grande e coloquei-o sobre a mesa à sua frente. Seus olhos alternaram entre o envelope e eu.
“Abra.”
Seus dedos tremeram levemente enquanto ele retirava as mensagens impressas, as fotos e as mensagens flertantes com Selina. Seu rosto escureceu.
“Aveline, eu… não é o que parece…”
“É exatamente o que parece.”
Peguei outra pilha de papéis da gaveta. “Papéis do divórcio”, disse casualmente. “Sua assinatura já está na escritura da casa. Eu cuidei disso durante o nosso refinanciamento, antes mesmo das crianças nascerem. Que estranho você assinar sem ler. E já que sou a principal responsável pelos cuidados, quem fica com a guarda total enquanto você estiver fora?”
Ela ficou boquiaberta. “Você não pode fazer isso.”
⬇️Para mais informações, continue na próxima página⬇️