Casei-me com um milionário mais velho de quem todos pensavam que eu estava me aproveitando. Em seu leito de morte, ele me negou sua fortuna, mas me deu algo muito mais chocante.

Mas você gosta do sol. Sophia também. Você também.

Você me chamou de louco. A cabana é sua. Não me contate até que você peça.

Bem-vinda de volta, querida.

—Arthur.

Três meses depois, girei a porta. Doeu um pouco, mas era minha.

Ultimamente, Deborah tem lido os livros de Arthur.

“Aqui. Veja estes. Não os queremos”, eu disse.

Observei a redecoração da cabana e olhei para uma foto marcada dos pais dele.

“Por favor, veja a foto da minha mãe, Camille. Gravidez e maternidade.”

“Ela também pertence a este lugar.”

Deborah olhou para mim.

“Sério, não tente beber.”

“Não”, ela disse. “Eu estava tentando não desaparecer também.”

Ela assentiu uma vez e saiu.

Naquela noite, preparei chá de camomila e o saboreei na varanda enquanto o lago ondulava.

Arthur não me contou sobre sua sorte. Fiquei pensando qual seria a primeira porta que ninguém teria permissão para abrir.

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