Então os olhos da vovó se abriram.
Em um segundo, o diamante brilhou sob as luzes fluorescentes.
No segundo seguinte, ele havia sumido.
Escorregou para o bolso do cardigã da Linda.
Eu paralisei.
Então os olhos da vovó se abriram.
Ela fechou os olhos.
Continua na próxima página.
Ela olhou diretamente para mim.
Depois para a Linda.
E esboçou um sorriso fraco e triste.
Ela não resistiu.
Apenas fechou os olhos.
Eu quase a desmascarei.
A vovó morreu 20 minutos depois.
Linda chorou mais do que todos no funeral. Ela se autodenominava “a favorita da mamãe”. Enquanto isso, ela guardava o anel ROUBADO no bolso.
Eu estava prestes a desmascará-la.
Mas algo no olhar da vovó me impediu.
Quarenta e oito horas após sua morte, a campainha tocou.
Dentro havia uma bolsinha de veludo. Correspondência. Assinatura necessária. Foi aí que eu percebi qual era o PLANO da vovó.
Linda sorriu presunçosamente. “Mamãe sempre me amou mais”, sussurrou, apertando a caixa contra o peito.
Ela a abriu na sala de estar, com todos nós assistindo.
Dentro havia uma pequena bolsinha de veludo.
E uma carta.
“Não, mãe… isso é crueldade.”
⏬ Continua na próxima página ⏬